País
Forças de segurança em protesto na residência do primeiro-ministro
Em causa está a forma de cálculo das pensões para estes elementos que vai provocar cortes nestes sistemas.
Representantes de todas as forças de segurança - PSP, GNR, Guardas Prisionais, ASAE e Policia Marítima - vão concentrar-se em protesto, esta quinta-feira à tarde, à porta da residência oficial do primeiro- ministro.
A manifestação, convocada pela Comissão Coordenadora Permanente, junta associações e sindicatos de todas estas áreas profissionais.###1734254##Rosa Azevedo - RTP Antena 1O presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Policia, Paulo Santos, explica que quem começou a trabalhar a partir de 2005 pode ver a reforma reduzida a metade do salario atual, pela forma como ela é calculada.
O sindicato tentou dialogar com o Governo, mas de acordo com o presidente da ASPP até agora ninguém atendeu as preocupações dos profissionais. A concentração está marcada para as 18h00 em frente à residência oficial do primeiro-ministro, em São Bento.
As associações e sindicatos esperam uma palavra do gabinete de Luís Montenegro para reverter o que classificam como um erro grave no corte das pensões previsto em alterações legislativas com 20 anos e que estão agora a fazer-se sentir na prática.
A manifestação, convocada pela Comissão Coordenadora Permanente, junta associações e sindicatos de todas estas áreas profissionais.###1734254##Rosa Azevedo - RTP Antena 1O presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Policia, Paulo Santos, explica que quem começou a trabalhar a partir de 2005 pode ver a reforma reduzida a metade do salario atual, pela forma como ela é calculada.
O sindicato tentou dialogar com o Governo, mas de acordo com o presidente da ASPP até agora ninguém atendeu as preocupações dos profissionais. A concentração está marcada para as 18h00 em frente à residência oficial do primeiro-ministro, em São Bento.
As associações e sindicatos esperam uma palavra do gabinete de Luís Montenegro para reverter o que classificam como um erro grave no corte das pensões previsto em alterações legislativas com 20 anos e que estão agora a fazer-se sentir na prática.